sábado, 26 de junho de 2010

26.06.10

Mentira x Omissão

Mentira:

men.ti.ra
sf (lat mentita, com dissimilação) 1 Ato de mentir; afirmação contrária à verdade, engano propositado. 2 Hábito de mentir. 3 Engano da alma, engano dos sentidos, falsa persuasão, juízo falso. 4 Erro, ilusão, vaidade. 5 Fábula, ficção. 6 O mesmo que leuconiquia. Antôn (acepções 1, 3 e 4): verdade; (acepção 5): realidade. M. de rabo e cabeça: grande mentira. M. inocente: dita sem o propósito de prejudicar. M. oficiosa: dita a alguém, sem prejuízo de terceiro, e só para lhe causar prazer ou utilidade.

Omitir:

o.mi.tir
lat omittere) vtd 1 Deixar de fazer ou dizer alguma coisa; não mencionar, deixar no esquecimento, de propósito ou não: “…os inimigos de Pombal omitem sistematicamente D. José” (Afrânio Peixoto). 2 Descuidar, desleixar, negligenciar: Deprimido, omitia até atos de asseio e de higiene.

Por mais que os diversos dicionários pesquisados mostrem diferenças entre Mentira e Omissão, eu continuo a dizer e creio de coração que Omissão é um nome chique que deram para Mentira!
Pense, se você vai omitir, vai omitir algo que alguém não pode saber pois poderia até causar brigas, então você está “omitindo” de caso pensado, então não deixa de ser uma mentira!



Tarde reveladora... Acrescentaria ao texto apenas a observação de que omissão e mentira são características que retratam pessoas covardes. Lamentável.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

11.06.10

- Rearrumando arquivos digitais, eis que encontro um texto que escrevi em março de 2009 e lendo me recordei da experiência vivida e que ele fora  postado em um blog que escrevia antes desse e antes de ter um ataque de piti e excluir a conta... Coisas que não tem explicação. Fiz o que ensinaram certa vez: se tem explicação, ótimo. Se não tem ENGAVETE. O motivo que me fez excluir a outra conta? - malcriação pura eu creio - . Está na gaveta das coisas que não tem explicação (deixei por lá)... -

Casamento

Depois de uma semana mais que louca de tanto trabalho, daquelas semanas que em plena quarta-feira começamos a desejar a chegada da sexta e ter aquela sensação maravilhosa apenas por saber que podemos dormir até mais tarde no dia seguinte. Eu estava assim: Feliz! Pela certeza do dever cumprido ao longo da semana e então resolvi liberar todas as minhas tensões dançando um forrozinho...

Eis que às 07:10h de hoje (SÁBADO) me ligam do trabalho. Eu, com os pés cheios de bolhas pulei da cama, me aprontei rápido e fui atender ao chamado.

PS.: Já era o sono.

Já que é sábado, me lembrei que tem tarefas que passo a semana inteira dizendo que vou executar, mas só me lembro que ainda não as fiz, exatamente no mesmo momento que penso: Merda! Ainda não resolvi isso. E foi isso que senti quando fui tomar banho e lembrei que a torneira do chuveiro estava com problema. Como eu nunca tenho tempo durante a semana e já estava acordada mesmo, resolvi pôr o plano de meses em prática: consertar a torneira do chuveiro.

Lá se vão doze lances de escada, uma boa andada de ida e volta, isso sem falar no olhar questionador do vendedor da loja de materiais de construção, quando cheguei lá com aquele troço na mão e pedi que ele me desse outro novo e uma fita vedante. Tive a nítida impressão que ele deve ter se perguntado, quando viu um anel na minha mão que parece uma aliança: onde será que está o marido dela? E ainda chegou a me perguntar: Foi a "Senhora" mesma quem tirou? E eu, que não conseguia me conter, olhei para ele com aquela cara de paisagem e só consegui dizer "Hum rum". Como se desenroscar um registro da parede fosse mais complexo do que criar filhos.

Ganhei um cartão de visitas, com um nome anotado no verso, seguido da frase: Se a "Senhora" não conseguir, me liga que vou colocar. Voltei para casa indignada, e com uma vontade absurda de trocar logo a torneira e nunca mais ouvir aqueles pingos caindo no chão, nem ter que fechar o registro geral para evitar o desperdício, nem me matar depois do banho para que pingasse o mínimo possível, nem de ser tomada por aquela raiva surreal de só lembrar que precisava comprar outra torneira, quando estava tomando banho...

Ah que sensação maravilhosa trocar a torneira! Só quem já passou pela sensação de impotência de achar que precisa de alguém para trocar, ou quem já foi olhada como eu fui na loja de materiais de construção, entende o que estou sentindo. "PQP" eu fiz! E quem disse que preciso de um marido para trocar a torneira?
O bom da vida está justamente em não precisar de ninguém. A dependência é um fator de desgaste nos relacionamentos.

Definitivamente, na lista de qualidades que espero do meu futuro marido (que eu não estou procurando, quem me conhece sabe), não foi incluída a de saber consertar torneiras.
(Ana Gonçalves - Casamento)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

10.06.10

"Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.

Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer."

(Lya Luft - Pensar é transgredir)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

13.05.10

Eu sou...



Sou fechar a porta, trocar o disco, limpar a casa, SACUDIR a POEIRA!
Cara lavada e sorriso sincero.
Metade simplicidade a outra metade cumplicidade.
Respirar, andar, observar.
Sou vontade, sou mar, lua cheia.
Sou às vezes tímida, às vezes vulcão.
Sou dormir tarde, de vez em quando tardão.
Sou acordar tarde.
Meninota... Mulher madura.
Curiosa!
Dançar, trabalhar...
Arredia, quero ter sempre mais amor.
Sou riso com vontade de chorar e choro com vontade de rir!
Sou coruja, sou mãe, sou filha, fotografias (recordações), jeans, meditação.
Sou cheiro de xampu no cabelo.
Sou dedo enrugado depois do banho, chocolate, beijinho, abraço apertado, sorvete, água... Bastante água.
Inquietude, intensidade, banho de banheira.
Flores, muitas flores, colorido, tudo colorido, muitas cores...
Sou busca, sou encontro, sou camisa com meias, biquíni cortininha, perfume com cheiro de flores, hidratante de canela.
Sou fogo. Sou mar. Sou rede.
Sou deixar a lágrima cair, aventura, filmes, pipoca, noite, dia.
Meia Luz, romance sem relógio.
Sou olhar para o céu, sou fechar os olhos.
Verdade solta, mesmo que doa. Personalidade forte. Tranquilidade. Atitude.
Novo sem medo.
Descalça. Sou sandália baixa e também salto fino.
Sou cheiro de banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.
Céu estrelado, suco de cajú, comemorar.
Admiro os que fazem a minha vida variar.
Sou enfrentar meus medos, quieta, espoleta.
Sou idéias, pérola, concha do mar, silêncio.
Sou quebra cabeça, desenho animado, leite condensado, brilho cor de boca, surpresa, construir...
Reconstruir.
Sou brincar, programar, sumir, contemplar, querer, sou sussurro,
Sou colo, furacão, confiante. Sou disposição, potencial.
Vibrar... Sentir...
Sou concentrar-me, elevar pensamentos, aprender.
Sou cafuné sem pressa.
Sou orquídea... Eternidade...
Difícil aceitar minhas limitações, sou aflição para superá-las.
Sou emoção recheada de razão.
Sou da cor da paixão, acredito que não basta existir o amor, é preciso estar sempre apaixonada!

Ana, cheia de graça. Cristina, escolhida por Deus, pessoa positiva, otimista, organizada e com grande capacidade de liderança.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

12.05.10

"Há certos momentos na vida em que nos vemos diante de encruzilhadas, e que temos que escolher um caminho a seguir. Na maior parte das vezes, há duas ou mais escolhas a fazer; continuar na estrada já conhecida, retinha, sem perigo, ou então arriscar-se a tomar um novo caminho, que pode ou não ter pedras, buracos. Aí é que está uma das grandes graças de se viver, a graça de termos a chance de fazer nossas próprias escolhas.

São nossas escolhas que determinam quem somos ou o que viemos a ser. São elas que podem mudar nossa vida, e a vida de muitas outras pessoas. E é graças a nossas escolhas que podemos mudar, inovar, fazer diferente. Ousar. Colorir, deixar preto e branco, sair da margem de nós mesmos. Graças a nossas escolhas que podemos nos reinventar, de sermos aprendizes de nós mesmos.

Muitas vezes, é preciso que estejamos diante de escolhas para mostrar quem verdadeiramente somos, para que consigamos enxergar dentro de nós mesmos e aí então estarmos prontos para mudar.

Minha vida mesmo é uma constante mudança, uma constante metamorfose. E é assim que desenvolvo meu verdadeiro eu, cheio de altos e baixos, cheio de abismos e de pedras no caminho. Que encaro e não desvio. Não escolho o caminho fácil, e também não fico choramingando por tê-lo escolhido ou talvez até mesmo por me ter pressionado a escolhê-lo. São meus medos enfrentados que me fazem forte, que constroem meu caráter. A minha vida eu levo do modo que me convém melhor, sem vergonha de mostrar o que realmente sou, do que realmente gosto, do que tenho medo. Sem esconder quando levo um tombo, sem sentir vergonha alguma de muitas vezes pedir por ajuda para levantar. Porém, levanto sempre de cabeça erguida, pronta para um novo embate, pronta para lutar novamente para melhorar o que sou.

Ter medo de mudar e fazer novas escolhas é normal, mas é preciso. Ao postar-se diante de um desafio, são nossas escolhas que determinarão a que realmente viemos até aqui. A questão é: aceitar o desafio mudando e aceitando crescer emocionalmente, evoluindo em si mesmo; ou continuar ilhado em um mar de mesmice, em um mundo onde viver é sinônimo de vegetar.

Eu continuo aderindo as escolhas das mudanças. As escolhas que me dão o impulso de viver, de inovar, de ousar, de fazer diferente, e “não ter a vergonha de ser feliz; cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz."

(Uma eterna aprendiz - Kathlen H Pfiffer)

terça-feira, 11 de maio de 2010

11.05.10

"Semana passada estava em um barzinho com dois colegas de trabalho e no meio da conversa surgiu o assunto “como terminar com a namorada”. Calma, não fui eu quem iniciou o assunto. É que um deles está de saco cheio da namorada e cada dia vem com uma história diferente de putaria que fez com alguma garota x por ai. O outro companheiro de mesa já tinha passado pela mesma situação e contribuiu para que eu me desse conta de um tema que nunca fez parte da minha realidade.

Nunca fez parte porque meus namoros duraram no máximo 4 meses. Quando começava a encher o saco era simplesmente “não dá mais, abraço” e dia seguinte estava tranquilão na balada. Só que quando o tempo junto com uma pessoa entra no período de anos, ai complica. Você cria um hábito, um vínculo que vai muito além do sexo e atração carnal, é meio que uma forte amizade. Complicado falar “acabou” e tocar a vida numa boa.

Esse meu amigo namora há 3 anos e me contou que desde o começo desse ano nunca havia traído a namorada. Não por falta de oportunidade, mas de vontade mesmo. Porém, no reveillon ele acabou traindo e esse foi o primeiro passo para muitas outras traições. Perguntei a ele qual tinha sido o motivo, ele deu algumas voltas, enrolou, e no final filosofou colocando a culpa no tempo que deixa as relações desgastadas e sem graça (se isso procedesse ninguém falaria com seus pais e odiaria seus irmãos). Não insisti.

Após o quarto chifre, ele ficou com pena, decidiu terminar e ai vocês conhecem bem o script. A garota chora, diz que mudará, que o ama muito e mimimi´s. O cara se vê numa situação constrangedora e maçante e acaba voltando. Ai passam quinze dias, surge uma nova gostosa na faculdade dando mole e o looping de traições retorna. Nesse momento os homens apertam o botão do “foda-se” e caem de vez na traição e passam a ser frios e destratar a namorada. Eles gostariam que nessa hora terminar fosse tão simples como o jogo “Imagem e ação”, o cara dá as dicas, faz macacadas, a garota adivinha e ai termina. Mas a vida não é tão simples.

A coitadinha tenta realmente mudar como se de fato ela sempre fosse a responsável pelo desencanto. Passa a ser mais flexível, deixa o cara mais “solto” e se dedica a agradá-lo, enfim, vira uma tonta sem personalidade. Não há muito que fazer. O cara já está em outra e vai enrola-lá e sacanea-lá até ela abrir o olho, decidir recuperar o amor próprio e tomar uma atitude.

Só que boa parte das mulheres apaixonadas é boba. A garota quando finalmente consegue terminar ainda dá umas recaídas. Um belo dia o cara está na seca, não tem opções na geladeira e quem vai procurar? A boba apaixonada para petiscar. Ela fica toda feliz achando que voltaram, mas ele volta para o looping de traições e assim segue o ciclo.

No meu ponto de vista, brigas e desentendimentos sempre vão existir em um relacionamento. As vezes eles serão fraquinhos e as vezes pesados. O problema é eles se tornarem constantes. Como homem não suporta DR e dramas, quando eles começarem a ser recorrentes ou ele vai pular fora, ou vai fazer com que você termine, ou sua cabeça vai coçar."

(Terminando com a namorada - Sr Cafa)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

05.05.10


"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. O que passou não voltará. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.

Por isso é tão importante - por mais doloroso que seja - destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que veja quem tu és.E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão."
 
(Fernando Pessoa)